Depois da Torre Eiffel, a segunda coisa mais associada à Paris devem ser as floriculturas. Esse não é nenhum dado científico, claro.  Mas a cidade, além de símbolo do romance, tem uma floricultura a cada esquina (esse também não é um dado científico).

Vou dividir com vocês alguns dos endereços que visitei durante a viagem que fiz para lá em novembro. Para não ficar um post enorme e só com um salpicado de informações, vou dividir em vários posts, ok?

Fui com uma lista considerável de endereços que queria visitar, mas aquelas que fizeram meu coração bater mais forte foram as pequenas e charmosas, que enchiam a calçada de vida com vários baldes de flores super diferentes e as mãos dos parisenses no fim do dia.

No topo da lista das floriculturas que valem ser conhecidas é uma no número 14 da Rue des Saint-Pères. Além de todo charme exterior, o interior parecia um pouco como um mundinho de fadas, lotado de plantas e galhos secos, com um cheiro super forte de rosas e uma luz gostosa. Além disso, vi os maiores ranúnculos da minha vida, apresentados na vitrine ao lado de peônias, também bem grandes.

Não consegui falar com o dono, mas descobri algumas coisinhas sobre o lugar na internet. A floricultura é a segunda de uma marca chamada Flower, criada em 2004.  O dono, Guillaume trabalhava com informática e era apaixonado por flores, até que resolveu abrir seu próprio ateliê. 

Para quem estiver saindo do Musée D'Orsay, embasbacado com as flores pintadas pelos impressionistas, passe lá para ver o porquê do amor de Renoir e Monet por flores como a Peônia (que aparece em pelo menos dois quadros deles no museu). A loja é ali pertinho, quase chegando em Saint Germain.

 

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